Esse blog foi feita para publicar algumas poesias que fiz ao longo da minha vida, comecei a escrevê-las com 14 anos, teve alguns anos que parei de escrever, agora voltei, têm algumas coisas voltadas para crianças, pois minha filhinha também me serve de inspiração. Escrevi no começo que é sobre poesias, mas posso postar sobre assuntos diversos, postar fotos... afinal o blog é meu, e sou livre para tal..
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sexta-feira, 11 de maio de 2012
quarta-feira, 14 de março de 2012
Senhora
Às vezes são só rimas, não reflete o sentimento da autora que sou eu huahuaa!!!
A tristeza não é senhora
Eu quero alegria agora
Sem demora
E que ele nunca vá embora
E nós possamos
Viver os momentos felizes
A cada hora, a cada hora...
No tic tac do seu coração
Me leva no compasso dessa paixão
Minha real alucinação
Minha irreal escravidão
A tristeza não é senhora
Eu quero alegria agora
Sem demora
E que ele nunca vá embora
E nós possamos
Viver os momentos felizes
A cada hora, a cada hora...
No tic tac do seu coração
Me leva no compasso dessa paixão
Minha real alucinação
Minha irreal escravidão
Eletricidade - Cazuza
Ela não espera o sinal fechar
E pula de um truque para outro
E põe as cartas e ri do futuro
Ela é maldade em estado puro
(...)
Eu não pergunto
Se ela vai me amar às 4 h da madrugada.
E pula de um truque para outro
E põe as cartas e ri do futuro
Ela é maldade em estado puro
(...)
Eu não pergunto
Se ela vai me amar às 4 h da madrugada.
Ele a desiludiu
Essa eu acho legalzinha, nem me lembro de ter escrito.
Ele a iludiu
A conduziu
A despiu
Depois sumiu
A lua minguou
A amor pra ele acabou
Mas pra ela nunca se dissipou
Afinal se apaixonou
Se descontrolou
Mas foi ele que tudo armou
A cena montou, flores enviou
Na rede a enredou
Não tinha por onde fugir
O que ela fez então?
Se entregou ao amador com todo sabor, ardor, furor...
Teve em troca
O descolorido, o descumprido
O desbotado, roupa mal lavada, amarrotada, amassada...
O amor vendido
O jardim desflorado, cortado, arruinado...
Ele a iludiu
A conduziu
A despiu
Depois sumiu
A lua minguou
A amor pra ele acabou
Mas pra ela nunca se dissipou
Afinal se apaixonou
Se descontrolou
Mas foi ele que tudo armou
A cena montou, flores enviou
Na rede a enredou
Não tinha por onde fugir
O que ela fez então?
Se entregou ao amador com todo sabor, ardor, furor...
Teve em troca
O descolorido, o descumprido
O desbotado, roupa mal lavada, amarrotada, amassada...
O amor vendido
O jardim desflorado, cortado, arruinado...
Música Preferida 2
No seu salão de dança não sou mais os seus passos errados
No seu circo já não sou o único palhaço
No seu castelo medieval, não sou mais o pedestal
No seu hospital, não sou mais o paciente doente.
Na sua novela já não sou a estrela mais bela
Na sua academia de polícia, não sou mais o ladrão em risco.
No seu navio naufragado, não sou mais o último desesperado
Na sua partida de futebol, não sou mais a chuva incomoda que cai.
No seu mar poluído não sou mais o óleo sujo escorrido.
No seu corpo perfeito já não sou mais o único defeito...
No seu circo já não sou o único palhaço
No seu castelo medieval, não sou mais o pedestal
No seu hospital, não sou mais o paciente doente.
Na sua novela já não sou a estrela mais bela
Na sua academia de polícia, não sou mais o ladrão em risco.
No seu navio naufragado, não sou mais o último desesperado
Na sua partida de futebol, não sou mais a chuva incomoda que cai.
No seu mar poluído não sou mais o óleo sujo escorrido.
No seu corpo perfeito já não sou mais o único defeito...
Um pouco pra cima
Essa eu escrevi em 2001.
Um pouco pra cima
Não adiantou eu tomar "1000 pés na bunda"
Eu vou sempre acreditar no amor romântico
Como num passe de mágica
Uma nova pessoa aparecerá
E eu não vou deixar pra lá
Porque até agora nada de muito duradouro
Mas não por isso que deixou de ser profundo
Contiua sozinha no mundo
À procura de uma vagabundo ou de um príncipe
Mas sou realista
E procuro não criar expectativas para não me frustrar
E outra vez chorar
Não quero saber de tristeza
Quero euforia, alegria, emoção, paixão
E vou procurar em todos os lugares
Na minha família, nos meus amigos, na rua, na lua
No amor romântico, no sexo tântrico
Sei lá meu amor, quero ficar numa boa
Quem sabe assim apareça uma paixão descontrolada
Ou simplesmente nós dois em casa, ouvindo uma toada.
Um pouco pra cima
Não adiantou eu tomar "1000 pés na bunda"
Eu vou sempre acreditar no amor romântico
Como num passe de mágica
Uma nova pessoa aparecerá
E eu não vou deixar pra lá
Porque até agora nada de muito duradouro
Mas não por isso que deixou de ser profundo
Contiua sozinha no mundo
À procura de uma vagabundo ou de um príncipe
Mas sou realista
E procuro não criar expectativas para não me frustrar
E outra vez chorar
Não quero saber de tristeza
Quero euforia, alegria, emoção, paixão
E vou procurar em todos os lugares
Na minha família, nos meus amigos, na rua, na lua
No amor romântico, no sexo tântrico
Sei lá meu amor, quero ficar numa boa
Quem sabe assim apareça uma paixão descontrolada
Ou simplesmente nós dois em casa, ouvindo uma toada.
Está certo
Quando não der mais certo
Não chorar
Não reclamar
Enxergar que tudo tem um fim
E que isso não é tão ruim.
Pois quando algo se acaba.
Algo novo recomeça.
Temos de seguir adiante com coragem
E nunca se esquecer
" O mundo é dos espertos "
Não chorar
Não reclamar
Enxergar que tudo tem um fim
E que isso não é tão ruim.
Pois quando algo se acaba.
Algo novo recomeça.
Temos de seguir adiante com coragem
E nunca se esquecer
" O mundo é dos espertos "
terça-feira, 6 de março de 2012
segunda-feira, 5 de março de 2012
Foto Bruna
Minha filhinha linda fez três anos, está muito esperta, ontem ela me falou: - Mamãe precisa comprar uma nova cartela de remédios, esse acabou..
Dei risadas...
Dei risadas...
Essa tentativa de poesia também faz tempo que escrevi, pegando carona na poesia de título Animal.
Música preferida
Na sua música preferida, não passo de uma estúpida cantiga
Nas suas piadas sem graça, não sou mais a única idiota que dá risadas.
Na sua igreja cheia de fé e alegria, não sou mais a última heresia.
Na sua jaula de leões, não sou mais o domador a gritar de dor.
Na sua sala de justiça, não sou mais o réu à procura da próxima saída.
Não sou mais o seu mal
Quero ser o seu zem, para que tudo fique bem.
Música preferida
Na sua música preferida, não passo de uma estúpida cantiga
Nas suas piadas sem graça, não sou mais a única idiota que dá risadas.
Na sua igreja cheia de fé e alegria, não sou mais a última heresia.
Na sua jaula de leões, não sou mais o domador a gritar de dor.
Na sua sala de justiça, não sou mais o réu à procura da próxima saída.
Não sou mais o seu mal
Quero ser o seu zem, para que tudo fique bem.
Animal
Essa poesia, se é que podemos chamar desse nome, eu escrevi, quando estava gostando de alguém que no mínimo não estava dando o devido valor, faz tempo também, pelo menos uns 10 anos que escrevi.
Pra que passar mal por causa de um animal
Que comigo não foi legal
Se quiser se aproveitar, se deleitar
Verá que meu castelo de areia está a desmoronar
E a água do mar, tudo levar.
Encontros, desencontros, alegria, tristeza...
Restou o frio, o frio da sua distância
Foi embora junto com as esperanças
Se adiantasse cantar, eu cantaria
Se adiantasse chorar, eu choraria
Se adiantasse suspirar, eu suspiraria
Se adiantasse me matar, me mataria.
No entanto, não adianta
Não adianta, o canto, o pranto, o suspiro, a morte, a desordem...
O que vale a pena é eu pegar meu cavalo preto e partir
Procurando alguém que me faça novamente dar gargalhadas
Só assim eu poder rir das suas palhaçadas.
Pra que passar mal por causa de um animal
Que comigo não foi legal
Se quiser se aproveitar, se deleitar
Verá que meu castelo de areia está a desmoronar
E a água do mar, tudo levar.
Encontros, desencontros, alegria, tristeza...
Restou o frio, o frio da sua distância
Foi embora junto com as esperanças
Se adiantasse cantar, eu cantaria
Se adiantasse chorar, eu choraria
Se adiantasse suspirar, eu suspiraria
Se adiantasse me matar, me mataria.
No entanto, não adianta
Não adianta, o canto, o pranto, o suspiro, a morte, a desordem...
O que vale a pena é eu pegar meu cavalo preto e partir
Procurando alguém que me faça novamente dar gargalhadas
Só assim eu poder rir das suas palhaçadas.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Indefinição
Esse foi escrito há alguns muitos anos, não lembro da data.
Indefinição
Às vezes sim; às vezes não.
Às vezes toda paciência.
Às vezes nem pagando penitência.
Às vezes em paz.
Às vezes nada me satisfaz.
Às vezes todo amor
Às vezes o ódio comigo tudo pode
Às vezes quero partir para nunca mais voltar
Às vezes acho que aqui é meu lugar.
Às vezes quero morrer para não enfrentar.
Às vezes sorrir, correr, brincar, amar
Não há o que do que se lamentar
Faça da vida o que pode para sonhar !
Indefinição
Às vezes sim; às vezes não.
Às vezes toda paciência.
Às vezes nem pagando penitência.
Às vezes em paz.
Às vezes nada me satisfaz.
Às vezes todo amor
Às vezes o ódio comigo tudo pode
Às vezes quero partir para nunca mais voltar
Às vezes acho que aqui é meu lugar.
Às vezes quero morrer para não enfrentar.
Às vezes sorrir, correr, brincar, amar
Não há o que do que se lamentar
Faça da vida o que pode para sonhar !
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Amores vão
Amores vão
Amores passarão pela sua vida, alguns você tomará conhecimento, outros serão o maior tormento.
Amores passarão pela sua vida, alguns você tomará conhecimento, outros serão o maior tormento.
Alguns você não se importará, outros você não verá.
Alguns você dará importância mas não poderá corresponder
E por isso sofrerás.
Alguns amores serão proibidos
Outros serão permitidos, mas nem por isso queridos.
Alguns serão roubados, outros dados, porém desprezados
Alguns serão correspondidos, contudo malvistos
Amores são assim mesmo. Eles passam igual passarinhos
Mas o que todos querem é amar e ser amados
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Quero-quero
Essa foi a única que escrevi esse ano.
Quero-quero
Quando vejo um quero-quero na beira do mar
Imagino suas asas a voar
De repente vejo um avião indo atrás do monte
Junto a ele meus pensamentos vão longe
Em um estalo tomo consciência que você não está perto de mim
Por que só comigo Deus foi tão ruim?
Deus não foi ruim, foi você que carinho não deu a mim.
Nessa situação nem o consolo da música Passarim
Do nosso amigo Tom Jobim !
Quero-quero
Quando vejo um quero-quero na beira do mar
Imagino suas asas a voar
De repente vejo um avião indo atrás do monte
Junto a ele meus pensamentos vão longe
Em um estalo tomo consciência que você não está perto de mim
Por que só comigo Deus foi tão ruim?
Deus não foi ruim, foi você que carinho não deu a mim.
Nessa situação nem o consolo da música Passarim
Do nosso amigo Tom Jobim !
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