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quarta-feira, 14 de março de 2012

Senhora

Às vezes são só rimas, não reflete o sentimento da autora que sou eu huahuaa!!!


A tristeza não é senhora
Eu quero alegria agora
Sem demora
E que ele nunca vá embora
E nós possamos 
Viver os momentos felizes
A cada hora, a cada hora...
No tic tac do seu coração
Me leva no compasso dessa paixão
Minha real alucinação
Minha irreal escravidão

Boi da cara preta distorcido

BOI BOI BOI
FORA AGORA FORA
POIS A BRUNINHA
JÁ AGORA
NÃO MAIS CHORA

Eletricidade - Cazuza

Ela não espera o sinal fechar
E pula de um truque para outro
E põe as cartas e ri do futuro
Ela é maldade em estado puro
(...)
Eu não pergunto
Se ela vai me amar às 4 h da madrugada.

Ele a desiludiu

Essa eu acho legalzinha, nem me lembro de ter escrito.


Ele a iludiu
A conduziu
A despiu
Depois sumiu
A lua minguou
A amor pra ele acabou
Mas pra ela nunca se dissipou
Afinal se apaixonou
Se descontrolou
Mas foi ele que tudo armou
A cena montou, flores enviou
Na rede a enredou
Não tinha por onde fugir
O que ela fez então?
Se entregou ao amador com todo sabor, ardor, furor...
Teve em troca
O descolorido, o descumprido
O desbotado, roupa mal lavada, amarrotada, amassada...
O amor vendido
O jardim desflorado, cortado, arruinado...

Música Preferida 2

No seu salão de dança não sou mais os seus passos errados
No seu circo já não sou o único palhaço
No seu castelo medieval, não sou mais o pedestal
No seu hospital, não sou mais o paciente doente.
Na sua novela já não sou a estrela mais bela
Na sua academia de polícia, não sou mais o ladrão em risco.
No seu navio naufragado, não sou mais o último desesperado
Na sua partida de futebol, não sou mais a chuva incomoda que cai.
No seu mar poluído não sou mais o óleo sujo escorrido.
No seu corpo perfeito já não sou mais o único defeito...

Um pouco pra cima

Essa eu escrevi em 2001.


Um pouco pra cima


Não adiantou eu tomar "1000 pés na bunda"
Eu vou sempre acreditar no amor romântico
Como num passe de mágica
Uma nova pessoa aparecerá
E eu não vou deixar pra lá
Porque até agora nada de muito duradouro
Mas não por isso que deixou de ser profundo
Contiua sozinha no mundo
À procura de uma vagabundo ou de um príncipe
Mas sou realista
E procuro não criar expectativas para não me frustrar
E outra vez chorar
Não quero saber de tristeza
Quero euforia, alegria, emoção, paixão
E vou procurar em todos os lugares
Na minha família, nos meus amigos, na rua, na lua 
No amor romântico, no sexo tântrico
Sei lá meu amor, quero ficar numa boa
Quem sabe assim apareça uma paixão descontrolada
Ou simplesmente nós dois em casa, ouvindo uma toada.

Está certo

Quando não der mais certo
Não chorar
Não reclamar
Enxergar que tudo tem um fim
E que isso não é tão ruim.
Pois quando algo se acaba.
Algo novo recomeça.
Temos de seguir adiante com coragem
E nunca se esquecer
" O mundo é dos espertos "

terça-feira, 6 de março de 2012

Citações

"E no final, não são os anos em sua vida que contam. É a vida em seus anos. "- Abraham Lincoln

segunda-feira, 5 de março de 2012

Foto Bruna

Minha filhinha linda fez três anos, está muito esperta, ontem ela me falou: - Mamãe precisa comprar uma nova cartela de remédios, esse acabou..
Dei risadas...
Essa tentativa de poesia também faz tempo que escrevi, pegando carona na poesia de título Animal.


Música preferida


Na sua música preferida, não passo de uma estúpida cantiga
Nas suas piadas sem graça, não sou mais a única idiota que dá risadas.
Na sua igreja cheia de fé e alegria, não sou mais a última heresia.
Na sua jaula de leões, não sou mais o domador a gritar de dor.
Na sua sala de justiça, não sou mais o réu à procura da próxima saída.
Não sou mais o seu mal
Quero ser o seu zem, para que tudo fique bem.

Animal

Essa poesia, se é que podemos chamar desse nome, eu escrevi, quando estava gostando de alguém que no mínimo não estava dando o devido valor, faz tempo também, pelo menos uns 10 anos que escrevi.


Pra que passar mal por causa de um animal
Que comigo não foi legal
Se quiser se aproveitar, se deleitar
Verá que meu castelo de areia está a desmoronar
E a água do mar, tudo levar.
Encontros, desencontros, alegria, tristeza...
Restou o frio, o frio da sua distância
Foi embora junto com as esperanças
Se adiantasse cantar, eu cantaria
Se adiantasse chorar, eu choraria
Se adiantasse suspirar, eu suspiraria
Se adiantasse me matar, me mataria.
No entanto, não adianta
Não adianta, o canto, o pranto, o suspiro, a morte, a desordem...
O que vale a pena é eu pegar meu cavalo preto e partir
Procurando alguém que me faça novamente dar gargalhadas
Só assim eu poder rir das suas palhaçadas.